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quinta-feira, 30 de janeiro de 2025
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
Árbitro coiteense desabafa e diz “ repórter não tem profissionalismo e é sem caráter”
O árbitro Antonio Ramon Miranda Carneiro, de Conceição do Coité, tem uma característica de ser durão e aplicar a regra, ou seja, não tem o “jogo de cintura” que tanto falam no futebol, para Ramon ou é ou não é.
Esta atitude do árbitro de ser correto tem deixado algumas pessoas irritadas principalmente aquelas que gostam de ganhar o arbitro por pressão, “ comigo não funciona assim, não faço nada errado dentro de campo para agradar a ninguém, eu faço o meu trabalho” disse Ramon.
Em uma partida válida pelo Consisal no estádio Mariano Santana entre Serrinha e Santa Luz aconteceu uma polêmica muito grande, o atraso da partida, as informações que divulgaram um horário e programou outro, o 2º motivo foi que ao chegar no estádio o time de Santa Luz ficou sabendo que o árbitro seria Antonio Ramon e não aceitaram e criou uma confusão para não entrar em campo, informações durante a transmissão da Rádio Sisal.
O árbitro, Antonio Ramon, conversou com a equipe do Esporte Sisal e explica a situação e o que aconteceu.
Ramon – não aconteceu nada antes do jogo (risos), o que vi foi ao entrar no gramado logo quando cheguei foi o repórter da Rádio Sisal, Wilson Lima (foto), ele falou para eu ouvir mesmo que esse jogo vai dar confusão e que o árbitro não estava nem querendo entrar em campo, mas isso não é verdade por que desde da quarta feira quando fui solicitada eu sabia que era Serrinha e Santa Luz e eu confirmei minha presença, se eu não quisesse dizia logo que não podia.Durante a transmissão pela Rádio Sisal se comentava que Ramon já tinha aprontado com o time de Santa Luz em outros jogos e que tinha algo contra os luzenses, isso é verdade?
Ramon – “Não, pelo contrario, tenho muitos amigos em Santa Luz e gosto de lá, mas infelizmente existem uma menoria que vai a campo para atrapalhar, para pressionar arbitragem e depois ainda sair falando e isso acontece muito com esse repórter Wilson Lima da Rádio Sisal que é puxa saco de prefeito e não é assim que trabalha, as pessoas tem que ter profissionalismo, humildade para falar as coisas e dizer quando as pessoas estão certas e quando estão erradas. Eu sei muito bem ouvir as criticas quando estou errado”.
Nesta mesma partida entre Serrinha e Santa Luz você recusou dar entrevista?
Ramon – Não, em nenhum momento fui procurado por repórter nenhum, é mentira desse repórter, o diretor dele, Nilton Feliz, falou comigo que ele tinha me chamado de Lampião porque não tinha dado entrevista e nem tinha falado com ninguém, ele é mentiroso e sem caráter. Eu gostaria muito de ter dado entrevista naquele dia pois iria falar ao vivo e falaria o que estava achando, mas tem gente que não gosta de ouvir a verdade e eu tenho coragem de falar, mas não fui procurado como ele falou. Eu quero dizer que estou sempre a disposição de qual quer rádio, site em fim, da imprensa em geral para qualquer esclarecimento como estou fazendo aqui pelo Esporte Sisal.
Redação Esporte Sisal
terça-feira, 10 de setembro de 2013
Almax, o mais novo Clube no povoado de Almas
O novo clube do povoado de Almas é o Almax, que significa, Almas ao máximo.
Com o intuito de valorizar a comunidade e colocar os atletas daquele povoado em ação, pois são muitos jogadores e tem apenas um clube que é o Bahia, vice campeão coiteense em 2013.
O Esporte Sisal fez uma entrevista com Fabinho que é um dos idealizadores do Almax.
Fabinho – As pessoas que estão a frente deste time têm um pensamento de alavancar ainda mais o futebol de Almas, tem um filosofia diferente do Bahia e tentaram fazer parte da diretoria do tricolor para ajudar, mas não foram bem recebidos, ai eles resolveram fundar um novo time e fazer o trabalho.
ES – Por que Almax?
Fabinho – O nome é uma valorização a comunidade, Almas ao máximo.
ES – Dois times na mesma comunidade não vai atrapalhar, ou enfraquecer os times para a disputa de uma competição?
Fabinho – Não queremos atrapalhar o Bahia, o tricolor vai permanecer, mas nós temos uma filosofia de trabalho diferente, por exemplo, este ano o Bahia para disputar o coiteense contratou vários jogadores de outras localidades e deixou os da casa fora do campeonato ou deixaram alguns jogadores de lá jogarem em outras equipes, ou seja, ficou mais um time fora da disputa, então se tivesse o Almax iríamos disputar com jogadores da comunidade e temos certeza que faríamos uma boa campanha, pois os jogadores de Almas têm qualidade e jogam por amor.
ES – Então, na sua opnião, hoje o povoado de Almas tem condições de colocar dois times com atletas daquela comunidade?
Fabinho – Sim, nós temos de 40 a 50 jovens que treinam bastante se preparando para participarem de uma equipe e consequentimente disputarem competições, nosso pensamento é esse preparar estes jovens e valorizar os jogadores da localidade.
Fabinho – O Almax é o primeiro time do interior de Coité que já nasceu com essa estrutura, um CTI (Centro de treinamento intensivo) próprio, fardamentos completos e estamos querendo comprarmos um ônibus para a equipe, estamos montando uma boa estrutura para dar condições de trabalhos aos meninos trabalharem e os jovens apresentarem o bom futebol que eles tem.
ES – Quem são os diretores do Almax?
Fabinho – O presidente é uma mulher é Lucineide temos também o Ricardo Goleiro, Petrônio Pinhofaz parte dessa equipe, Queno é outro jovens que está disposto a contribuir. Temos o apoio de Luciano, coordenador da secretaria de Esporte e Cultura de Feira de Santana, sua esposa é do Povoado de Almas e ele é um apaixonado pelo esporte e esta disposto a nos ajudar. Vamos ter o apoio da prefeitura de Coité e já comunicamos a LCF e esperamos contar com a ajuda dessa entidade.
ES – Então futuramente podemos ver o Bahia de Almas e Almax disputando a mesma competição?
Fabinho – Sim, em um futuro muito próximo, nosso pensamento é disputar o campeonato coiteense de 2014 e com certeza vamos contar com duas equipes da mesma localidade, mas não queremos rivalidade, não queremos confusão, apenas valorizar mais a nossa comunidade.
Veja as fotos
Esporte Sisal
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Zé Carijé abre o jogo" é duro receber tapinha no peito e ouvir piadinha de dirigente "
O zagueiro, Zé Carijé, que já disputou 13 intermunicipais, chegou em 4 finais e ganhou 3 vezes, os três primeiros títulos de Coité, com uma carreira brilhante é respeitado em todos os lugares que apresenta seu futebol. Já disputou os mais importantes campeonatos da Bahia, a exemplo de Jacobina, Ribeiro do Pombal, Cachoeira, Valença, Valente e outros campeonatos. Já passou no profissionalismo, um período muito curto, que foi de 2001 e 2002.
A equipe do Esporte Sisal fez uma entrevista com o capitão Zé Carijé e teve revelações inéditas, confira:
Como tudo começou?
Eu trabalhava e jogava na quadra o futebol de salão e ai foi chamado a bater uns babas na Jaqueira, mas nessa época já tinha jogado no time de Bia Descansador, e Carimbó e la na Jaqueira surgiu uma proposta de Tony e Silva de mim levar para São Paulo tentar algum time por lá, foi eu e Sandro Bel, não deu certo, quando voltei a seleção estava começando os preparativos para o intermunicipal e Dinho que era o presidente da Liga de Coité e mim convidou para completar o grupo, isso em 98.
Você foi convidado para completa o grupo e logo veio a titularidade.
É fiquei treinando, as vezes dava vontade de desistir por que era treino físico demais e na semana da estréia Nem Mole se machucou e mim escreveram na sexta e no domingo em Santa Luz eu fui para o banco, a zaga era Cheba e Sergio, mas o time perdeu de 5X0 ai tem que arrumar um culpado e no jogo seguinte eu já entrei com Sergio, no terceiro jogo foi e Cheba e depois Nem Mole se recuperou e formou adupla de zaga comigo e foi ai que aparecir.
Zé Carijé você não acha que o preparo físico da seleção coiteense era desagrado?
Era desageradissimo, eu pensei varias vezes em desistir, a gente treinava na areia da prefeitura e era duro mesmo, muitos jogadores desistiram por causa da parte física, hoje a gente treina 30 a 40% do que treinava antigamente.
Em 2005 quando Coité ganhou o 1º titulo vários jogadores foram cogitados par o profissionalismo inclusive você, o vitoria teve interesse em você.
É o Vitoria teve interesse em mim e Peu e nós fomos, mas chegando lá conversamos com Sinval Vieira e ele disse que iria assinar um contrato, mas iria emprestar a gente para o Fluminense de Feira, ai eu perguntei e quem vai mim pagar é o Vitória ou o Fluminense, ele disse o fluminense ai falei que não dava certo e não tinha interesse, mas Peu aceitou e foi para o Fluminense, Colo Colo e depois foi para Sergipe e depois voltou e fez revessão.
E hoje vale a pena se profissionalizar?
Hoje não faz medo ninguém se profissionalizar, ai Moreno está no Jacuipense junto com Givaldo jogaram o ano todo e ganharam seu dinheirinho, antigamente você jogava o baiano e ficava o restante do ano parado, hoje não, no segundo semestre tem a taça governador do estado, tem a segunda divisão joga o ano todo.
Já disputou campeonatos fora da Bahia?
Já disputei um campeonato no Ceará em Parambu, na verdade o campeonato era o Tauaensse de Taua é uma cidade vizinha o campeonato era um regional, conhecemos um desportista em Santo Antonio de Jesus do Ceará e ele levou a gente pra la, vamos até inaugurar o estádio de Parambu este ano.
Este ano o intermunicipal já tem alguma proposta?
Olha propostas existem, já temos alguns contatos tanto para ser jogador como treinador, mas eu estou com o pensamento de ainda jogar esse ano, até por que fiz tive um ano (2012) muito bom, as contusões foram poucas e para esse ano vou como atleta já que estão qurendo que eu jogue (riso), depois eu vou ver o que faço, mas as propostas existem, tem Santo Amaro, Santo Antonio de Jesus, tem algumas conversas ai com cidades no sul que não gostaria de revelar agora, mas existe as propostas.
Então isso significa que, se Deus permitir, Zé CArijé está confirmado no intermunicipal de 2013?
É como treinador ou como jogador estarei sim.
Em 2004 você foi atuar em Campo Formoso e por ironia do destino vocês tiraram Coité e no jogo da eliminação você desabafou, por quê?
Eu sempre fui um cara de personalidade forte, sempre falei o que pensei, tenho coragem de arcar com as consequência. Na época tinha feito uma cirugia no joelho e muita gente achava que eu não iria jogar mais bola. Ai veio uma das minhas maiores decepções no futebol, saiu a convocação de Coité, 30 nomes e o meu ficou de fora, ali eu vi que não consideração, já tinha jogado em 98, 99, 2000, vice do intermunicipal, campeão do Sisal da Copa Bahia e até hoje eu penso que por mais que estivesse me recuperando eles podiam mim dar uma oportunidade, se não tivesse condições mim cortaria, mas nem isso aconteceu e foi muito ruim pra mim. Mas como já tinha rodado um pouco no futebol, sempre existiu proposta, e ai o treinador Goiabão mim convidou para ir para Ilhes, tinha Campo Formoso que já contava com Amaral, Crispim, com Nem de Almas e mim ligaram e acertei e fiz um ótimo campeonato ficamos em 3º lugar, permemos para Itamaraju. Ai surgiu Coité no meio do caminho e no jogo em Campo Formoso um dirigente de Coité bateu no meu peito e disse a gente ganhava no chiqueiro e que aqui iria dar uns quatro, ai quando tiramos Coité dentro do ACM dei uma entrevista a Nilton Feliz, da Rádio Sisal, A entrevista foi exatamente assim: TEM DIRETOR QUE EM VEZ DE MEXER COM O BRIU DO SEU TIME , MEXE COM O DO ADVERSSARIO FALOU QUE CAMPO FORMOSO SÓ SABE JOGAR NO CHIQUEIRINHO, E NÓS VIEMOS AQUI NA POSSILGA E CLASSIFICAMOS. Foi editada e só passou a parte que falava: NÓS VIEMOS AQUI NA POSSILGA E CLASSIFICAMOS e esta entrevista não passou toda, mas não mim arrependi de nada, pois é duro receber tapinha no peito e ouvir piadinha de dirigente, dizendo só ganho no chiqueirinho e por que não poderia chamar aqui de pocilga que é mais sofisticado.
Por que não jogou em 2008 em Coité?
Jogar em Coité era bom pra gente, para o ego, moralmente, para o currículo, mas financeiramente já desde 2005 a gente recebia propostas melhores de Pojuca, mas a gente ficando em Coité com o pensamento de conquistar o titulo ficava aqui. Em 2008 surgiu Araci com uma proposta irrecusável e quando eu peguei os chequei mostrei aos diretores aqui e eles falaram que era pra sair mesmo e eu não me arrependo não, por que tem hora que você tem que pensar em você não tem jeito, a gente vive exclusivamente de bola e tem que olhar o lado financeiro, mas depois de mim saíram vários outro, mas ninguém fala nada só falou de Zé Carijé por que foi o primeiro. E hoje eu pergunto, Coité esta a 3 anos sem entrar no intermunicipal e se agente estivesse aqui, quem estava dando comida as nossas famílias?
2011 – O que aconteceu no Evandro Mota naquela tarde onde Valente perdeu por 4X0 para Santa Luz?
Olha eu comecei o ano acertando com Santa Luz para o intermunicipal, eu, Amaral, Ninho estava fechado de boca Peu depois de uma conversa com , mas foi ai que apareceu a galera de Valente através do professor Carlinhos, Fiel e Marcos Adriano uma das melhores diretorias que trabalhei na minha carreira no futebol, como já tinha muita gente de Coité inclusive a comissão técnica ai nós fechamos.
E depois se arrependeu?
Não digo que me arrependi, até mesmo por quê fizemos uma ótima campanha o problema todo foi o último jogo. Nunca esqueço do dia que chegamos fomos vaiado na apresentação e aconteceu vários episódio, na verdade uma grande parte do povo de Valente não aceitava o povo de Coité na seleção de lá, tinha gente lá, dirigentes, ex-jogadores, pessoas querendo ser preparador de goleiros, outros querendo fazer parte, então o time não foi aceito desde do inicio, como a gente foi ganhando, ganhando eles ficaram com o nó na garganta, mas depois de um 4X0 para Santa Luz que foi um acidente do futebol que normal acontecer, a gente ver no profissional o Brasil perder 4 penaltis, o Bahia aplicar 3 no Vasco, ganhar do Fluminense, do Palmeiras, mas no amador sai vários comentários. Esses comentários já existem há muito tempo, em 2010 Coité perdeu teve conversa que Marcio e João se venderam, Santa Luz ganhou da gente e perdeu a final teve conversa que jogadores se venderam, a gente perdeu para a seleção luzense teve essas conversas. A gente entende que isso vem de pessoas desenformadas, despeitada, revoltadas que se mete no meio do futebol mais para atrapalhar do que ajudar, mas vou te dizer que isso não mim diminui não, aprova tai propostas surgindo, trabalhos aparecendo e não é uma invençãozinha de uma minoria que vai apagar a história de ninguém não.
Hoje com 36 anos, sabemos que ta chegando o tempo de parar de jogar o que Zé Carijé pretende fazer, continuar no futebol?
Olha Nei, sou muito consciente com tudo que está por volta de mim, devido ter rodado muito já joguei por toda Bahia e tenho muito conhecimento, eu mim dedico bem, treino muito e mesmo com 36 anos joguei o último intermunicipal em alto nível e é como te falei as proposta estão surgindo quando elas começarem a sumir eu vou mim tocar que é hora de parar, mas nunca mim preocupei com isso não, por que pelo meu conhecimento já arrumei propostas de emprego qe não tem nada haver com futebol e quando chegar a hora de parar posso me jogar numa dessa aie tocar minha vida, mas tenho conciencia que um dia vou parar.
Zé Carijé no profissionalismo.
Eu joguei na seleção de Itajuipe em 2001 no intermunicipal e quando retornei no segundo semestre, estava Rolanda a 2ª divisão e Serrinha mim convidou, como Goiabão que foi meu treinador assumiu o time de Serrinha ai eu aceitei, era um bom time e nós fizemos um exelente campanha, acho que em 8 partidas nós ganhamos 6, empatamos uma e perdemos uma e a final era Serrinha e Itabuna, mas a FBF apareceu sem ninguém protestar, dizendo que nosso time tinha colocado um jogador com 3 cartões ai Serrinha foi eliminado e foi uma tristeza para todo o grupo e a torcida da região, mas ali começou Carijé no profissionalismo que durou pouco, fui para o Colo Colo onde disputei o brasileiro da série C e no ano seguinte iniciamos o baianão onde mim machuquei e passei 2003 para fazendo tratamento para voltar a jogar.
Como foi que aconteceu essa sua contusão que lhe tirou do profissional?
Foi um jogo no Joia da Princesa contra o Fluminense, a partida estava 1X1 e num lance do Flu eu subir junto com o goleiro e Osni de Santa Barbara e ele caiu em cima do meu joelho.
Jogo inesquecível?
A final do intermunicipal de 2005, pois Pojuca era um time muito bom e teve momento que achei que o título não iria ficar conosco, mas Deus reconheceu nosso esforço e nos premiou com aquele título.
Mágoas no futebol.
No futebol a gente conhece pessoas boas e ruim e se a gente fosse ter magoas iria colocar tantas e deixar o coração e mente poluída, então a gente tem algumas decepções, mas mágoa não tenho dentro de mim não.
A Redação
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
Prefeito Assis fala do esporte em Coité no seu mandato
O prefeito eleito de Conceição do Coité, Assis, falou para a equipe do Esporte Sisal sobre o futuro do esporte coiteense, esta entrevista aconteceu pouco antes da coletiva onde foi anunciado a equipe de governo.
ESPORTE SISAL – com a extinção da secretaria de esportes, como vai funcionar o esporte no seu mandato?
ASSIS – Primeiro dizer que a extinção da secretaria de esporte ela não definitiva, nós precisamos fazer uma redução drástica na despesa do pessoal e isso só é possível extinguindo secretarias, então eu vou funcionar com 9 secretarias das quais o vice fica com uma ficando 8 e vocês vão ver um único secretários acumulando duas secretarias, portanto vamos remunerar apenas 7 secretários isto é metade do quadro que existe hoje. Enquanto não existir a secretaria de esportes vamos funcionar com departamento e vamos colocar muito esporte vinculado a educação, não vai ter maiores prejuízos a comunidade esportiva, desportistas em geral, por que nós vamos extinguir a secretaria ainda que provisoriamente, mas não vamos extinguir as atividades esportivas em nosso município.
ES –Estádio ACM que tem mais de 3 anos em reforma e esta sendo concluído agora, mas o gramado está totalmente acabado, o que pretende fazer com aquela praça esportiva?
ASSIS – É um patrimônio do povo de Conceição do Coité, é uma pena que a gente não possa expandir por que a área no em torno ali foi doada totalmente, mas vamos aproveitar o que se tem e claro em um médio prazo, não será nos primeiros três, quatro meses agente vai recuperar o gramado e transformar aquela praça esportiva em um lugar onde os desportistas coiteense possa esta todos os finais de semana com atividade de esporte, enfim ta nos nossos planos cuidar com muito carinho do estádio municipal de Conceição do Coité.
ES – Coité no intermunicipal.
ASSIS – Olha o que Coité precisava fazer no intermunicipal já fez, aquela política de um gasto muito alto para ser campeão, é uma política que talvez não seja mais adequada, eu não quero tomar decisões sozinho eu vou algumas pessoas do município vinculado ao esporte, vou nomear minha equipe assim que seja possível no primeiro momento uma equipe bem menor, mas quando a gente domar os gastos pessoal aumenta a equipe e discute, mas eu posso te dizer que sou favorável um investimento naquele montante a disputa do acesso e tentar a primeira divisão do campeonato baiano, se for um investimento menor ai a gente pensa em colocar uma equipe com mais pessoas da casa, mais atletas de Coité sem fazer maiores investimentos com o futebol amador, investimento maior a gente pode fazer com o esporte de quadra, com competições e futebol na zona rural.
ES – Então você apoiaria a seleção no intermunicipal sub-17?
ASSIS – interessante, sou muito simpático a essa idéia.
ES – Campeonatos por Conceição do Coité, principalmente o campeonato coiteense e especificamente este primeiro ano de governo.
ASSIS – Vamos definir a LIGA, que liga será, quem será o presidente, quem será a diretoria, para a partir daí a gente traçar um plano conjunto o que eu posso dizer agora é que os investimentos que foram feitos até aqui na Liga e nas competições internas a gente pode ampliar bastantes. Os prêmios que se tinha por ai não era atrativo, desde os troféus até o financieiro.
ES – As competições internas, as ligas independentes que organizam competições terão o apoio de Assis?
ASSIS – Espero traçar um plano com os desportistas em geral para que eles não fiquem competindo entre si, agente deve ter um calendário para quando estiver acontecendo uma competição não tenha outra paralela, as vezes tem duas finais e o atleta que joga nas duas não sabe para qual vai e se a gente tiver um planejamento vai dar para contemplar a todos de forma bem racional e todo mundo fica satisfeito, mas garantimos investimento nesta área ai.
ES – Adec que é uma entidade que representa Coité em competições estaduais e regionais, como vai ser o apoio a essa entidade?
ASSIS – Eu tenho certeza absoluta que todos que fazem a ADEC no final do meu governo vai dizer que foi o prefeito de Conceição do Coité que mais investiu na entidade, eu tenho uma simpatia muito grande pela ADEC e sei o trabalho que desenvolve no esporte feminino, masculino, confio na equipe da ADEC enfim eu posso dizer que a ADEC vai ter um tratamento que nunca teve da parte da prefeitura.
ES – Para terminar, o que o desportista deve esperar do prefeito eleito Assis?
ASSIS – Espere organização, seriedade, um calendário montado com a participação de todos que fazem esporte em Conceição do Coité e esperem que as escolas participem muito fortemente de competições esportivas, revelem atletas, apõem atletas e quem sabe trazer de volta a escola atletas, me preocupa ver pessoas que se destacam no esporte e que tem baixa escolaridade e quando acabam as forças físicas para praticarem esportes acabam na sarjeta, viram alcoólatra e morrem no total anonimato. Então espero que a educação de Coité caminhe lado a lado com o esporte e que a gente possa valorizar e respeitar todos os desportistas deste município.
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
"Tive vontade de fazer mais, porém fui podado em alguns momentos"

Está chegando ao fim o trabalho de Gildemar Carneiro como secretário de esportes de Conceição do Coité. No papo ao esportesisal, Dema como é cariosamente chamado, falou da sua pasta e também da Liga Coitense de Futebol (LCF) no qual ele também é presidente pela segunda vez, eleito em 2002 exerceu 8 anos, depois passou a ser o primeiro vice na chapa encabeçada por Mauricio Mota, após afastamento do mesmo em meados deste ano, Dema passou a comandar a maior entidade esportiva coiteense pela segunda vez, na qual mandato até Janeiro de 2014.
Segundo Gildemar a secretaria de esportes foi criada na gestão do ex-prefeito Vertinho, numa pressão de Deraldo Ramos, então vice da época e primeiro secretário da pasta.
-Uma das coisas que Renato não podia deixar acabar jamais, foi a jornada esportiva, declarou Dema.
Perguntado o que ele tentou mais não consegui fazer em sua gestão, ele respondeu na hora. - Um campeonato regional (municípios da região) em especial sub 20, até tentei fiz orçamento porém não deu.
-Na concepção de Renato ele ajudou muito construindo as quadra poliesportivas no município, disse.
Sobre sua gestão:
Dema contou que os dois títulos mais difíceis foi o primeiro em 2005 e o quarto em 2008, o último devido a fama de Coité, e o elenco foi praticamente todo renovado.
- No período do campeonato intermunicipal eu respirava a competição, foram muitos momentos bons entretanto alguns de tensão, são pequenos detalhes que pode fazer a diferença. Em 2005 no primeiro título de Coité no intermunicipal, saí no finalzinho do jogo fui em casa tomar um banho porque a tensão era grande, quando retornei foi o momento que a partida acabou então foi só emoção.
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